(mas me deu vontade de escrever um livro de história fantástica, visite lá o site: www.arkhaika.com.br)
Trabalhei muito durante este período em diversas áreas: empesas de produtos e de serviços, empresas com um ótimo caixa e que tinham que escolher quem pagar (até atrasos salariais eram provocados), empresas que sentiram fortemente a crise e viram suas vendas caírem significativamente e aquelas que começaram a exportar e se deram muito bem com o dólar nas alturas.
Também atuei muito com treinamentos (Excel, Matemática Financeira, Controle de Contas e Investimentos) e com pessoas físicas (aquelas que estavam com um rombo enorme no orçamento e as que queriam refinar seus investimentos).
Todo este movimento mais independente que eu dei para minha vida me fez conhecer muitas pessoas e aprender com muitos novos casos. Ao final tirei uma grande conclusão que levarei como lição de vida para mim:
Sim, aprendi isso! Pode ser que muitos digam algo "mas isso é evidente, como ele foi me dizer uma coisa dessas só agora?"
Eu já tinha o pensamento de que ele era falho, mas o por quê? Não dá para levar as coisas só no feeling de mercado e de momento histórico. Faltava para mim um algo mais, uma explicação do por que eu acreditava nisso.
E este momento de clareza foi construído ao longo destas minhas últimas vivências. Eu pude enfim construir argumentações que me fizeram enxergar o por quê este modelo cairá e nos deixará à mercê.
Economia para mim é o mercado do país que influencia no fluxo financeiro. Sejam eles internos (governo x famílias x empresas que compram e vendem aqui dentro), que fazem um movimento financeiro de troca de mãos ou externos (dinheiro entrando e saindo do país). Tudo que envolve o aumento ou diminuição destes fluxos de entradas x saídas ou de poupar x gastar é classificado dentro da economia. Exemplos que influenciam neste fluxo financeiro são: taxas de juros, taxas cambiais, aumento de exportações, tomadas de decisões políticas, etc, etc, etc.
Mas a economia precisa ser algo que ajude as pessoas, empresas e países a evoluírem. E o que tenho visto infelizmente é a acumulação de riqueza nas mãos de poucos, enquanto a maioria toma na cabeça e tenta ser mais esperta que o vizinho.
Cadê a benevolência? Onde está o "amor ao próximo"? Sempre que formos ajudar o outro, este "favor" deve possuir um preço? Não! Isso está errado. Precisamos repensar nossos conceitos e nossos valores, nossas crenças e nosso ambiente. O todo deve prosperar e não somente um punhado.
Não vou me prolongar mais. Guardarei para os próximos posts minha argumentação de economia mundial frágil. Este é mais um desabafo sobre meu momento de clareza e de revolta.



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